quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Deus dá...


Deus dá
nós observamos,
Deus volta a dar
nós escolhemos,
Deus dá novamente
nós ignoramos.
               
Depois nós queremos
e Deus diz:
Ofereci três vezes
como resposta “o silêncio”.

Da indecisão sai a amargura
o desespero de querer sempre mais.

Mas Deus dá-nos sempre o mesmo
(É igual para todos)
O seu Imenso Amor.

Feliz de quem o aceita sem vacilar.

                                                                                 ROSA

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Quando deixaste de Amar


"Pode suceder-vos que um amigo pelo qual tínheis muita afeição se torne indiferente para vós e, nessa circunstância, tendes tendência a pensar que isso aconteceu porque ele mudou e perdeu algo daquilo que vos fazia gostar dele. Na realidade, talvez tenhais sido vós que perdestes um elemento que vos permitia apreciá-lo. E isto também sucede, por vezes, na relação entre um discípulo e o seu Mestre. Quando o discípulo é sincero e está animado pelo desejo de se aperfeiçoar, vê a luz e a sabedoria do Mestre. Mas, quando ele tem outros interesses, quando se torna preguiçoso e abandona os seus exercícios espirituais, já não vê o Mestre como via antes.

É preciso, pois, ter um pouco de psicologia para compreender a razão dessas mudanças que se julga observar à sua volta. Muitas vezes, afirma-se que os outros já não são aquilo que eram, mas nessa circunstância há que analisar-se; descobrir-se-á, então, que foi em si mesmo que houve mudanças. "

Mais um excelente texto de Omraam Mikhaël Aïvanhov que nos faz pensar… no que estará por de trás desta sensação de transformação. Será Amor?

De facto quando o Amor se vai, sentimos um nó na garganta, um bolo no estômago. Deixamos de raciocinar coerentemente. O mundo deixa de existir. As coisas deixam de ter importância. Uma dor insuportável, interminável, inexplicável toma conta de todo o nosso ser. Um sofrimento que insiste em estar presente, traz ao pensamento, a todo instante, lembranças do amor que se foi, dos momentos que não voltam mais.

Somos tomados por uma sensação irracional e ingénua de abandono, de falta de protecção. Tudo aquilo que tínhamos como certeza, que classificamos como sagrado e eterno, que foi fruto dos nossos desejos e das nossas estruturas imaginárias, se desmorona. Quando o amor se vai, tudo que se passa já não tem mais graça, nada satisfaz. Ficamos com a fantasia de que deixamos de ser importantes. Sentimo-nos frágeis. Quando amamos, convivemos com uma energia poderosa de solidez tão grande que nem nos passa pela cabeça viver sem ela. Caímos num vazio. Algo se perde. Abre-se um buraco difícil de ser preenchido.

A ideia do amor nos deslumbra e nos confunde com a crença do amor eterno terreno. Nos acena com um paraíso na Terra. Dá-nos certezas e razões. Acreditamos inocentemente que o amor do outro nos dará a possibilidade crescer e que sem a sua presença não conseguiremos mais viver em segurança. Esta crença vem da nossa natureza essencial, quando ainda vivíamos em comunhão com Mãe/Pai.

Seria mais fácil se compreendêssemos que o outro nos encanta, nos completa e traz grandeza, mas não nos transforma. Parecemos melhores ou mais fortes quando amamos, mas é o amor que nos transforma, não o outro. Sem essa compreensão não existe evolução nem transcendência… tornamo-nos dependentes do outro e quando o outro se vai, caímos neste vazio horrível da dor da separação.

Quando o amor se vai, mais que a dor da ausência, da perda, da rejeição, dos detalhes, das lembranças, maior que tudo é a saudade que sentimos de quem somos quando amamos.

Quando o amor se vai, é dele que sentimos mais falta. Por isso, ao invés de massacrares o teu coração, cultiva a tua auto-estima, vê-te como merecedor de um grande amor e abra-te para uma nova oportunidade de amar.

Sente-te sempre profundamente Amado por Mãe/Pai cuja fonte reside em ti… sempre…

Nunca te esqueças que a sensação de isolamento e solidão é uma ilusão… A ilusão do teu Ego sofredor…

Só todo o AMOR que sentires é que é real…

Fica bem

(A Mónada)

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O SOM DO SILÊNCIO

                                       
   
                             O som do silêncio
                             na companhia de Maria
                             o cheiro do incenso
                             se falasse o que diria?

                                            
                             Diria que a pureza
                             se conquista com valor
                             na confiança e na certeza
                             em Maria e seu Divino Amor

                                             
                             Divino Amor que nos abraça
                             a Alma e o coração
                             sentimos a ternura que passa
                             e anda de mão em mão

                                              
                             De mão em mão anda o seu terço
                             que rezamos com devoção
                             as orações ensinadas desde o berço
                             que guardamos no coração

                                              
                             Coração aberto para Maria
                             à espera do seu perdão
                             aguardamos por esse dia
                             com olhos rasos de emoção

                                                
                             Emoção no momento
                             de receber a melhor surpresa
                             temos que ter no pensamento
                             que Maria é uma certeza

                                                
                             Certeza do colinho de Mãe
                             tão ternurento e quentinho
                             do aconchego que nos faz bem
                             ao silêncio deste abraço amiguinho.

ROSA  

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O que recebemos e o que deixamos...


Muitas vidas já vivemos… Muitas vidas antes da nossa geraram o Ser que Eu Sou. Muitas partículas da minha consciência encontram-se espalhadas por diversos pontos do Globo.

Todos nós somos seres multidimensionais gerados com base em memórias de vidas passadas. As nossas e as dos seres que nos geraram em várias gerações antes da nossa existência.

Hoje a ciência explica como muita da informação é passada de geração em geração através do ADN do Genoma Humano. Nesse material genético está contida toda a informação para a construção e funcionamento do organismo humano e este código faz parte de cada uma das nossas células. Assim se determina parte do Ser que tu és na fisicalidade.

No domínio da tua psique passa-se o mesmo.

Tu és parte do que os teus ascendentes foram, tal como os teus descendentes herdarão de ti parte da tua personalidade, atitudes, comportamentos e até memórias emocionais.

Tu és esta energia consciencial que irá perdurar ao longo do tempo e que se integra um campo unificado de consciência cósmica.

Já te tinhas dado conta disto? Pensavas que te era indiferente o que os teus pais, avós, bisavós… foram? Pensavas que te era indiferente os actos, pensamentos e emoções que eles vivenciaram relativamente ao que tu és e ao que tu sentes?

Pois não é. Se entenderes as diversas facetas que tens, bem como a carga emocional de muitas vidas antes da tua que carregas, percebes que muitas das situações que atrais para a tua vida têm que ver com esta forma de eternidade consciencial que tu és e que herdaste.

Tu escolheste encarnar essa tua biologia celular, com toda essa história de conhecimento, consciência e até psique… Mas tu estás para além desse Ser físico, emocional e psíquico.

A tua Ascensão passa por resgatares nesta vida toda essa consciência perdida e que vieste reencontrar, fazer evoluir e co-criar, mas cuida que se não és tão responsável pelo que és, serás pelo que os teus filhos, netos, bisnetos e gerações seguintes serão. Essas gerações irão perpetuar parte das tuas vivências e corpos emocionais que lhes deixarás como herança.

Agora pensa bem o que queres que todas as gerações vindouras herdem de ti.


Casas, carros e outros bens materiais são completamente irrelevantes e perecíveis. As tuas emoções, os teus sentimentos, as tuas obras, o teu exemplo… Esses legado não. Verdadeiramente serão estes os atributos que darão origem ao novo Ser Humano.

Ainda hesitas em enveredar pelo caminho do AMOR? Então ainda não sabes quem és… ainda não sabes onde está verdadeiramente a tua eternidade... e pior, não entendes o teu verdadeiro propósito. És um Ser que vive dormindo o amargo e a dor da ilusão dos teus pesadelos.

ACORDA!!!

VIVE na LUZ e para a LUZ!!!


AMA incondicionalmente o que és para que possas AMAR todos os que te rodeiam.

Deixa que o AMOR seja a melhor herança que deixas aos teus filhos, a este Planeta e a esta Humanidade.

Fica bem

(A Mónada)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Dá o que tens


Dá o que tens
oferece o que recebes
dá os teus bens
oferece o que mereces.

Dá o que tens
liberta-te da confusão
que em ti está enraizada
corta com determinação
para poderes voar e
alcançares o que te
está destinado.

Oferece o que recebes
não tenhas medo
que tudo se multiplica
tanto no bem como no mal,
dá com o coração
para receberes com a alma.

Dá os teus bens
só assim serás lembrada
não só os materiais
mas os mais importantes
que são as tuas obras,
os teus feitos, as tuas virtudes,
a tua garra de vencer,
sem prejudicar ninguém.

Por isso
oferece o que mereces,
para a tua alma estar livre
leve e pronta
para chegar onde te esperam.

ROSA

sábado, 26 de agosto de 2017

O Milagre da Cura


Eu sou o Mestre Hilarion, venho aqui hoje falar-vos, sobre a forma como se podem curar e manterem-se curados:

Primeira regra, é sentir vontade, há muita gente que não tem vontade de se curar, e ter vontade não chega apenas dizer que se deseja, é preciso fazer algo, é preciso dedicar o seu foco de atenção ao seu próprio processo de cura, encontrar uma disciplina e executar as tarefas que forem necessárias. A maior parte das pessoas deseja curar-se, pois não se encontram bem, mas também esperam que tudo lhes venha descendo dos Céus, esperando simplesmente que tudo aconteça. Se eventualmente o Céu lhe concedesse essa graça, ela nunca iria valorizar a cura, nem a saúde, eventualmente enquanto graça obtida.

A segunda é ter fé, e ter fé logo à partida é necessário congregar três atributos que já conhecem: acreditar que a cura é possível, confiar que ela aconteça, e entregar-se ao processo que conduz a essa cura, sabendo que tudo o que é possível fazer já está a ser feito. 

Mas, se a primeira não chegava, a segunda também pode não chegar, falta a terceira regra, talvez a mais importante de todas, que é o Ser (e isto ainda é pouco praticado) visualizar-se curado, a realizar a sua vida normal já curado, e verificar o que aconteceu entre o momento em que foi detetado o processo de mal-estar que conduziu à doença e o processo de pós-cura. Se entre um e outro houver alguma alteração que permita a evolução da Alma Humana, nem que seja uma ou duas oitavas de Luz, Deus, o Conselho Cármico e os Anciãos dos Dias com certeza que não deixarão de conceder o milagre da cura a essa pessoa.


Volto a repetir as três regras fundamentais, primeira é ter vontade, a segunda é ter fé, a terceira é a transformação. Ou se quiserem, dito de uma forma mais fácil de entender, a mutação que operaram.


Não se esqueçam nunca, pois isto é fundamental. O milagre da Cura física só acontece se tal for para o Bem Supremo daquela Alma, e não só, e das almas afins que com ela se relacionam, pois mesmo que aquela Alma possa não evoluir, nem sequer uma oitava de Luz,  mas se todas as outras podem, então o milagre da cura pode acontecer. Pode-vos parecer ser quase impossível que não haja qualquer evolução daquele que está doente, e de fato assim é, pois as almas evoluem por contágio, por envolvimento umas com as outras. Se uma alma sobe uma oitava de Luz as outras que estão a sua volta, de alguma maneira, sofrem influência pela positiva e não pela negativa. Mas mesmo assim se tal acontecer, coloquem-se no papel de Deus e saberão a escolha que Ele fará e a que deveriam fazer. 

Não se esqueçam que todo o processo de cura à partida é uma Graça Divina, mas só pode ser concedida em função das escolhas e do livre arbítrio de cada um, Deus está em cada um, Deus é o seu Ser Sagrado.

Isto exige também  um  trabalho  de auto-conhecimento,  e de  técnicas de auto-conhecimento que o Ser deve aprender, realizar e disciplinar-se para que o faça todos os dias continuadamente. 

Algumas dessas técnicas já vos ensinei anteriormente, por exemplo: não terminem o vosso dia sem um exame de consciência, 3  ou 4 minutos bastam,  mesmo antes de dormir, encostem-me,  sintam-se e examinem-se desde o principio até ao fim desse dia. Sintam como o vosso espirito, a vossa mente, e as vossas emoções evoluíram ao longo do dia. Analisem os “porquês?” tirem as vossas conclusões, entreguem-se a Deus, disponibilizem-se para aprender com aquilo que se passou e depois, pedindo ao vosso anjo da guarda a sua proteção, já se podem deixar dormir.

Não é nada complicado meus queridos, é uma boa disciplina e um bom trabalho. Para que se habituem a fazer o vosso exame de consciência é necessário que o façam sem ser de uma forma bruta (sem julgamentos ou punições) mas antes recolham apenas a informação de observação necessária, para que a possam, posteriormente, levar junto ao vosso Eu Superior, em Meditação, e com ela realizarem todo um processo alquímico de evolução e aprendizagem que seja possível fazer.

Se queres ser um verdadeiro Curador aprende a fazer milagres. Por isso, como só acontecem milagres com a Graça Divina, tens de aprender a sentir Deus em ti, tens de aprender a confiar em Deus em ti, tens de ser Deus em ti, e esta última etapa é a mais difícil.

Adeus meus queridos até uma próxima vez, obrigado pela vossa atenção, continuaremos a falar deste assunto.


Grande abraço de Luz, Amor e Cura para todos vós…

Mestre Hilarion

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Desperta


Pensa na vontade de mudar
de seres tu,
por isso
murmura:
hei-de vencer!

Se for necessário
grita
faz-te ouvir,
impõe a tua presença
mesmo no silêncio.

Sente a vida mexer,
a dança das palavras
que por vezes são melódicas,
outras são contraditórias
mas existe a lógica.

Sente a vivência das pessoas,
aprende
a seguir o caminho,
sente a música da alma.

É tão fácil a união,
caminha até encontrares
a mistura da verdade, do querer
do despertar e da alegria.
E aí sim
vais saborear

o prazer e a beleza de viver.

Rosa

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Embriaguez Divina


"Vós já vistes pessoas embriagadas: os ziguezagues do seu andar estão também presentes no seu humor, que passa de um extremo a outro. Elas riem e depois choram; têm um ar de beatitude e depois de fúria; adormecem sobre a mesa ou partem tudo... Mas, na realidade, não é só o vinho que provoca a embriaguez, há pensamentos e sentimentos que se assemelham ao vinho: o ciúme, a cólera, os desejos sensuais, etc. Aqueles que são presa destes vinhos perdem-se nas brumas e nos vapores do plano astral, o seu procedimento e as suas decisões são pouco firmes.

Mas existe também uma embriaguez divina: o êxtase. E essa, pelo contrário, dá a visão clara, ilumina a consciência. Não é proibido embriagarmo-nos, foi Deus que inculcou esta necessidade no homem. Mas ele deve procurar a embriaguez no alto, na beleza, na luz, bebendo a água pura que jorra do cimo das montanhas espirituais. Bebei desta água e conhecereis uma embriaguez maravilhosa que vos dará o equilíbrio, a força e a clareza."

Mais um texto de Omraam Mikhaël Aïvanhov que nos serve de inspiração para comentarmos sobre as nossas vivências terrenas.

Como refere o autor não só com álcool se embriaga o ser humano. Também com os seus neurotransmissores o ser humano se pode viciar e ficar carente.

Isto quer dizer na prática que uma pessoa que na sua vivência tenha grande oscilações emocionais, fica viciada nas emissões de substâncias químicas produzidas pelas suas células nervosas. Tal como fica carente quando viciada em cocaína ou em outra qualquer droga.

Este simples fenómeno cientificamente provado, explica ao nível do nosso corpo e do nosso inconsciente que quando na nossa vida passamos por um período de fortes picos emocionais, de alguma forma ficamos viciados nessas mesmas emoções e tendencialmente procuramos mais vivências semelhantes, através dos nossos comportamentos e atitudes. Isto explica por exemplo todos aqueles que procuram desportos radicais, que ao ficarem viciados nas descargas de adrenalina, continuam procurando mais situações de risco.

De alguma forma esta é também a base fisiológica que explica a Lei da Atracção. Se nós nos viciamos a viver em sofrimento, então procuramos mais situações em que possamos sentir dor. Se nós nos viciamos em situações de violência de qualquer tipo, então procuramos situações extremas em que essa violência se pode desencadear.

Esta explicação fisiológica, da forma como o nosso corpo funciona, não nos pode servir de desculpa para não mudarmos a nossa vida. Tal como não serve de desculpa ao bêbado manter-se sempre embriagado ou ao fumador de tabaco continuar a consumir cigarros.

Deve antes dar-nos a base de reflexão de como podemos mudar a nossa realidade e projectar para o futuro uma vida mais calma e sadia… se de facto for essa a nossa escolha. Também, para aqueles que vivem permanentemente em sofrimento e dor ou em tristeza profunda, saibam que existe forma de sair dessa situação e por favor não continuem a sentirem-se vítimas das circunstâncias pois isso é uma imensa ilusão.

Tal como todos os viciados há que primeiro ganhar consciência da forma como se manifesta o vício em nós. Há que ter vontade e força de vontade para querer mudar e mudar.

Tal como vamos buscar e atrair situações de dor e sofrimento também podemos buscar situações de prazer e êxtase. Tudo depende da nossa mente e da forma como nos deixamos seduzir pela “droga” que nos vicia. No caso da viciação emocional, as drogas são neuropeptídeos que nós próprios produzimos em nosso corpo e por isso estão sempre disponíveis.

O que podemos então fazer para sair destes ciclos viciosos? – Perguntarão.

Basta de uma forma consciente procurarmos situações mais calma no domínio emocional. Sentir as emoções mas saber geri-las e ganhar consciência que mesmo depois da maior das adversidades há sempre novas oportunidades para uma vida melhor e reencontrar novos momentos de rara felicidade.

Ao acalmarmos a nossa mente e os nossos pensamentos vamos também reduzir a nossa carga emocional e por isso a nossa necessidade dessas “drogas” humanas.

É esta a caminhada que nos ensina o autor através da "Embriaguez Divina" e do que ele nos revela. A meditação sistemática, as leituras, a música calma, o contacto com a Natureza, a redescoberta da beleza da vida, dos sabores, dos cheiros, da cor… são tudo processos de cura que nos levarão seguramente a outros níveis de consciência e ao bem-estar.

Está nas tuas mãos a escolha. O que preferes?

Não penses que não consegues… Começa já hoje e verás o milagre da mudança que vais operar na tua vida. Pois Deus ama imensamente todos os seus filhos e deseja incessantemente que eles atinjam a felicidade suprema de se assumirem como seus filhos muito amados.

Fiquem bem...

(A Mónada)